quarta-feira, 14 de abril de 2010

Possibilidade de ciclone extra-tropical.

Possibilidade de ciclone extra-tropical

12:25 Quarta-feira, 14 de abril de 2010

Amanhã, quinta-feira (15/04/2010), devido à formação de um Ciclone Extratropical no Oceano,
entre o Uruguai e a Argentina, as rajadas de vento poderão variar entre 60km/h e 80Km/h no Litoral Sul e na Região da Campanha no Rio Grande do Sul.

No decorrer do dia, a entrada de uma Massa de Ar Frio também vai provocar um ligeiro declínio da temperatura no Rio Grande do Sul.


Assessoria de Comunicação Social
SEPRE - 8º DISME

terça-feira, 13 de abril de 2010

Possibilidade de temporais no Estado.

Possibilidade de temporais no Estado

11:11 Terça-feira, 13 de abril de 2010

As condições meteorológicas serão favoráveis à ocorrência de pancadas de chuva, moderadas a fortes, para amanhã quarta-feira (14-04-2010) na Campanha e Litoral Sul do Rio Grande do Sul .

Devido a formação de um ciclone extratropical no oceano as rajadas de vento deverão variar entre 60km/h e 80Km/h, amanhã quarta-feira (14-04-2010) no Leste e Centro do Rio Grande do Sul.


Assessoria de Comunicação Social - DC/CM
SEPRE - 8º DISME

quarta-feira, 7 de abril de 2010

DEFESA CIVIL, OPERAÇÃO P2R2 EM MONTENEGRO.

Operação P2R2 em Montenegro
14:57 Terça-feira, 06 de abril de 2010

Na manhã de hoje (06) a Defesa Civil do Rio Grande do Sul em parceria com outros orgãos do Estado iniciou a operação do Programa Estadual do Controle de Transporte de Produtos Perigosos, no Posto da Polícia Rodoviária Federal, em Montenegro. Do total de 57 caminhões abordados, 33 estavam transportando produtos perigosos. A operação resultou em 17 multas por transporte irregular de produtos, além de mais 3 por infração ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O IBAMA também efetuou 14 notificações por falta de Cadastro Técnico Federal.

Orgãos participantes:

Defesa Civil do Rio Grande do Sul; Brigada Militar- Policiamento Ostensivo de Montenegro; Polícia Rodoviária Federal; Secretaria de Infraestrutura; Grupamento de busca e salvamento de Porto Alegre e IBAMA.


Assessoria de Comunicação Social - DC/CM

CHUVA CAUSA 102 MORTES NO RIO DE JANEIRO.

Clima | 07/04/2010 | 03h37min

Prefeituras e bombeiros confirmam 102 mortes no Rio de Janeiro por causa da chuva
Niterói foi a cidade com mais vítimas: 53, segundo a prefeitura
As prefeituras de cidades da Região Metropolitana do Rio de Janeiro e a Secretário de Estado da Defesa Civil confirmaram, na madrugada desta quarta-feira, 102 mortes em decorrência das chuvas que atingem o Rio de Janeiro desde a última segunda-feira.

Niterói é a cidade com o maior número de vítimas: 53. A Defesa Civil do Estado disse que 49 pessoas morreram na cidade, mas os bombeiros e a prefeitura confirmaram quatro mortes a mais. Em São Gonçalo, nove mortes foram confirmadas.

A capital registrou 37 óbitos, segundo a Defesa Civil carioca. Por volta das 3h, a chuva forte voltou a atingir a cidade, novamente alagando alguns bairros. Petrópolis, Nilópolis e Paracambi registraram uma morte cada.

FONTE: ZERO HORA

segunda-feira, 5 de abril de 2010

SÃO PAULO FALHA EM TESTE PARA LIMPAR ÁGUAS DO RIO PIMHEIROS.

29/03/2010 - 09h08

São Paulo falha em teste para limpar águas do rio Pinheiros

As primeiras tentativas do governo do Estado para tratar a água do rio Pinheiros e e levá-la limpa à represa Billings fracassaram, revela reportagem de Ricardo Gallo publicada na edição desta segunda-feira da Folha (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL).

A Billings é uma das principais fontes de abastecimento da região metropolitana. A reportagem mostra que foram consumidos dois anos de testes e R$ 80 milhões.

O sistema testado no rio Pinheiros foi a flotação --consiste em reunir a sujeira em flocos e levá-la para a superfície do rio para ser removido. Os experimentos acabaram no final de 2009 e, apesar de avanços, os testes mostraram que o sistema não foi capaz de barrar completamente a poluição.

Sem o resultado esperado, o governo agora testará a flotação em um canal fora do rio --etapa que deve começar em abril.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u713385.shtml

VAZAMENTO DE PETRÓLEO AMEAÇA GRANDE BARREIRA DE CORAIS NA AUSTRÁLIA.



04/04/10 - 12h20 - Atualizado em 04/04/10 - 13h08

Vazamento de petróleo ameaça Grande Barreira de Corais na Austrália


Embarcação que levava o combustível ficou encalhada em Queensland.
Região concentra a maior barreira de corais do planeta.


A fuga de combustível de uma embarcação chinesa de transporte de petróleo ameaça a Grande Barreira de Corais da Austrália, perto da qual ficou encalhado o navio em frente ao litoral do estado de Queensland, informa neste domingo (4) fontes oficiais.planeta.














O governo de Queensland disse que o Shen Neng 1 ficou encalhado no sábado (3) à noite em um banco de areia a 70 quilômetros do litoral, perto da ilha de Kepel, nordeste da Austrália, e alertou do risco que o escapamento de petróleo danifique a maior barreira de corais do planeta.

As autoridades detectaram após vários voos de reconhecimento pela região, várias manchas de petróleo próximas ao navio e "um pequeno número delas a duas milhas náuticas ao sudeste da nave".

As autoridades planejam salpicar a região com um composto químico para dispersar as manchas, se as condições meteorológicas permitirem.

O navio, de 230 metros de comprimento e que transportava 65 mil toneladas de carvão e 950 toneladas de petróleo, será rebocado para o porto mais próximo.

A Grande Barreira de Corais é composta por quase três mil pequenos recifes e mais de 900 ilhas ao longo de 2.600 quilômetros no oceano Pacífico.



http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1556419-5603,00-VAZAMENTO+DE+PETROLEO+AMEACA+GRANDE+BARREIRA+DE+CORAIS+NA+AUSTRALIA.html

http://g1.globo.com/g1/ciencia/

sábado, 3 de abril de 2010

CONHEÇA DUAS FAMÍLIAS QUE NEM O AMOR SALVA DO CRACK

Conheça duas famílias que nem o amor salva do crack


Histórias de dedicação nem sempre são suficientes para proteger os filhos

Eduardo Rodrigues eduardo.rodrigues@diariogaucho.com.br

Histórias de dedicação como as deste pai e desta mãe nem sempre são suficientes para proteger os filhos do contato com a pedra da morte. Como não vem sendo no caso deles.

São relatos pungentes de famílias derrotadas pelo vício que aprisiona adolescentes e mantém os pais reféns de uma situação sobre a qual não têm controle. Ambos sonham com a recuperação dos jovens, mas a realidade mata, um pouco a cada dia, a esperança nos corações e o brilho no olhar.

O drama de uma mãe

De tanto sofrer e apanhar, ela chora, mas não verte uma lágrima. O corpo é magro, as roupas, simples.

Ao lado do filho de sete anos, a mulher de 34 despeja um rosário de lamentações. O guri maior, de 14 anos, é viciado e está na 11ª internação. Abraçou o crack há um ano e meio. Neste período, a vida da família foi varrida por um tsunami (onda gigante). Roubo, violência, ameaças.

– Qualquer dia ele aparece morto – soluça a mãe.

Da casa, já levou quase tudo: roupas, cortinas, celulares, DVD, tintas e, pasmem, até o motor da geladeira. Trocou tudo por pedras.

– Quando surta, fica agressivo. Já me bateu várias vezes. Agora, comecei a reagir – confessa a mãe.

Separada, ela voltou a trabalhar, mas nunca fica descansada. Quando retorna, à noite, sente falta de objetos, móveis e utensílios domésticos. Está desesperada, não sabe mais a quem recorrer.

– Já tentei de tudo, gastei o que tinha, mas a Justiça não ajuda. Vinte dias numa clínica é pouco. Ele não quer mais saber da família, não tem mais amor, autoestima. Vão esperar ele morrer para fazerem alguma coisa? – reflete.

O pesadelo de um pai

Ele perdeu o antebraço esquerdo quando trabalhava na colheita de uva em Caxias do Sul, na Serra. Tinha 13 anos. Hoje, com 39, tenta se reerguer de um novo tombo: o vício incontrolável do filho de 13 anos e a rebeldia das filhas de 14 e 15 anos.

Na segunda-feira, os três desapareceram de casa, sem vestígios. O homem não sabe o motivo do sumiço das meninas, que não usam drogas. Em casa, só ficou o filho menor, de 11 anos.

A tragédia familiar começou antes de se estabelecerem na Capital. Morou em várias cidades, namorou, casou, vieram os filhos e os problemas. Separou-se. A mulher foi com as crianças para o Interior.

Um dia, recebeu uma ligação do Conselho Tutelar para buscar os filhos, deixados num abrigo. Feliz da vida, decidiu criá-los sozinho. Mas, com o passar do tempo, sua vida virou um inferno.

– Ele fala para todo mundo que vai me matar. Uma vez, botou um comprimido no feijão, mas o pequeno viu e não comemos. Já quebrou todas as janelas da frente de casa, roubou celular, sabonete, pasta de dente e meus documentos. Estou ficando louco – lamentou o pai.

- "Ele sai da clínica e não tem pra onde ir”

Experiente conselheiro tutelar da Microrregião 5 da Capital, Paulo Alves não desiste. Sabe que a guerra é longa. Prefere vencer batalhas. Luta de etapa em etapa para recuperar filhos viciados, mas não consegue superar alguns degraus devido à burocracia e à falta de investimento do poder público.

Nesta rápida entrevista, ele explica por quê.

Diário Gaúcho – Como funciona o tratamento para estes casos?

Paulo Alves – Na Capital, é via Pam 3. A gente leva o viciado ao médico, que analisa e autoriza internação para compra das vagas. Temos duas clínicas, mas o jovem fica no máximo 20 dias longe das drogas, com apoio psicológico, alimentação e tudo o que for necessário.

Diário Gaúcho – O tempo é ideal?

Paulo – Não, estão rasgando dinheiro do contribuinte. Cada internação custa cerca de R$ 20 mil. Deveria ficar 90, 120 dias e depois continuar em programas de atendimento, ter uma sequência assistida. Existem as fazendas terapêuticas, mas nem todos vão ou têm dinheiro. Quando sai da clínica, ele volta para a família desestruturada e acaba na rua novamente, fazendo as mesmas coisas. Uma vez, um adolescente deu alta de manhã e, à tarde, nós estávamos na frente do médico, pedindo nova internação.

Diário Gaúcho – Você identificou quais tipos de família?

Paulo – A negligente, a estruturada e a ausente. A primeira é aquela cujos pais não estão nem aí, não têm iniciativa para enfrentar a nova realidade. Na segunda, eles trabalham, os filhos estão na escola, fazem cursos. A última família é aquela em que os pais não verificam se o filho está mesmo na sala de aula, quem são seu amigos e por onde eles andam.

FONTE: DIÁRIO GAÚCHO