domingo, 11 de julho de 2010

Ambientalistas protestam em Porto Alegre contra reforma no Código Florestal.

Ambientalistas protestam em Porto Alegre contra reforma no Código Florestal
Grupo usou roupas pretas e tocou música fúnebre no parque da Redenção

Um grupo de ambientalistas promoveu manifestação na manhã deste domingo no parque da Redenção, em Porto Alegre, contra a reforma no Código Florestal. O grupo reclama, por exemplo, que o texto prevê o fim da exigência de manutenção de reserva legal equivalente a 20% da área em propriedades de até quatro módulos rurais.

Para o diretor da Fundação SOS Mata Atlântica, Mário Mantovani, trata-se de um golpe para beneficiar os ruralistas e um incentivo ao desmatamento. Ele explica que diversas ONGs já manifestaram contrariedade e estão fazendo manifestações por todo Brasil.

— Pegaram uma motosserra e abriram um rombo no Código Florestal. Onde se falava em quatro módulos fiscais da propriedade rural familiar, eles trocaram para quatro módulos do imóvel rural. Com isso, quem tem propriedade de lazer passa a não ter nenhuma responsabilidade ambiental, já que não precisa ter a reserva legal.

A manifestação em Porto Alegre começou pequena, com cerca de 50 pessoas, mas foi ganhando corpo ao longo da manhã. Durante o protesto, diversas pessoas que cruzavam pelo parque engrossaram o coro dos ambientalistas, que tocou a marcha fúnebre para simbolizar o sepultamento do Código Florestal.

A mudança na proposta de reforma do Código Florestal foi aprovada na última terça-feira, por 13 votos a cinco, em uma comissão especial da Câmara dos Deputados. O texto deverá ir à votação no plenário depois das eleições.


ZEROHORA.COM

terça-feira, 6 de julho de 2010

Fenômeno La Ninã retorna no ano de 2010 .

Fenômeno La Ninã retorna no ano de 2010

14:12 Terça-feira, 06 de julho de 2010

Desde o mês passado, é possível observar um processo de resfriamento das águas do Oceano Pacífico equatorial, indicando o retorno do fenômeno La Ninã e de alterações no clima da próxima primavera. Segundo a Somar Meterologia, o resfriamento das águas pode aumentar gradativamente durante esse inverno e assim, configurar o La Ninã durante a primavera de 2010 e o verão de 2011.

O La Ninã, responsável pelo resfriamento das águas do Oceano Pacífico (Equatorial Central e Oriental), é um fenômeno natural que produz fortes mudanças na dinâmica geral da atmosfera, alterando o comportamento climático.


Assessoria de Comunicação Social - DC/CM
Somar Meteorologia

quinta-feira, 1 de julho de 2010

DIA DO BOMBEIRO (2 DE JULHO)

QUARTEL DE BOMBEIROS DE ROSÁRIO DO SUL E EFETIVO.



Aspectos Históricos Do corpo de Bombeiros (DEC 35309 DE 1954)

ORIGEM E EVOLUÇÃO DAS ATIVIDADES DE BOMBEIROS NO BRASIL E NO
RIO GRANDE DO SUL

Em 02 de julho de 1856, o Imperador D.Pedro II, assinava o Decreto Imperial nº 1.775, que regulamentava, pela primeira vez no Brasil, o serviço de extinção de incêndio. Nessa época, ao sinal de incêndio, o badalar dos sinos alertava homens, mulheres e crianças que ficavam em fila e, do poço mais próximo, passavam baldes de mão em mão, até chegarem ao local que estivesse em chamas. Para oficializar a importância do bombeiro, o Presidente da República Getúlio Vargas, decidiu que todo o dia 2 de julho deve ser dedicado a homenagear esses profissionais.

A preocupação em combater o fogo é antiga na história do homem. Já no século XVII a.C., o Imperador Hamurabi incluiu em seu famoso código as primeiras normas de prevenção contra incêndio.
Durante as transformações que o mundo sofreu, houve o registro escrito do que pode ser considerado grupamento de bombeiros instalado (China, ano de 564 a.C.).
Vamos ver na longa trajetória do homem as iniciativas de cada civilização para tratar do assunto:
Roma (atual Itália), ano 6º da era cristã – primeiro corpo de bombeiros militar;
Paris (França), 1811 – modelo de bombeiros de Napoleão;
Brasil, (Rio de Janeiro) 1856 – Corpo Provisório de Bombeiros da Corte (baseado no modelo militar francês, mas com resquícios da influência inglesa e alemã).

NO RIO GRANDE DO SUL Em 1895, com quase 70 mil habitantes, Porto Alegre passava por um frenético período de expansão. A luz elétrica levada a particulares por uma companhia inglesa desde 1873, alcançava um número cada vez maior de residências. A iluminação pública contabilizava mais de 600 lampiões a gás.

Aparentemente, os serviços urbanos não deixavam nada a desejar e o porto-alegrense desfrutava de uma agradável vida comunitária, sem maiores sustos e percalços. Mas não era bem assim, havia incêndios a perturbar esse belo cenário e não existia quem os combatesse com eficiência. A cidade não contava com um serviço oficial de combate ao fogo, que até então se limitava a um desorganizado e desaparelhado corpo de voluntários, incapaz de enfrentar sinistros de maior vulto.
É aí que entram, nessa história, as Companhias de Seguros então instaladas em Porto Alegre. preocupadas com a quantidade de incêndios e com a forma ineficaz de combatê-los – que além de tudo lhes prejudicava a saúde financeira – elas tomaram a iniciativa de fundar, estruturar e administrar um Corpo de Bombeiros, o primeiro da história da cidade, tão bem equipado quanto o das capitais brasileiras de seu porte, e com o passar do tempo estenderam esse serviço `as principais cidades do interior.
Na época, final do século passado, eram comum as Companhias Seguradoras instaladas no país criarem e manterem Corpos de Bombeiros, já que de qualquer forma a maioria das grandes cidades não dispunha de condições financeiras para assegurar esse serviço de forma eficiente.
No dia 27 de junho de 1935, o General Flores da Cunha, interventor no Governado do Estado, assinou decreto transferindo "o Corpo de Bombeiros Particular de Porto Alegre à Brigada Militar".

Em Rosário do Sul a criação do Corpo de Bombeiros se deu após alguns sinistros como o incêndio no supermercado Minuano na rua Marechal Floriano, o incêndio no sub solo da igreja matriz, na loja de moveis na rua Voluntários da Pátria, o tombamento de uma carreta de combustível no trevo de acesso a Rosário do Sul, acidentes automobilísticos nas BRs como o ocorrido com 11 padres católicos na BR 290, alem de grandes enchentes e afogamentos no Rio Santa Maria , Ibicui e barragens da região.
O Comando da Brigada Militar juntamente com a comunidade rosariense e suas forças vivas, iniciaram em 1977 um trabalho para instalação do corpo de Bombeiros em Rosário do Sul.
No dia 23 de fevereiro de mil novecentos e noventa e nove, foi instalada a Sede do Corpo de Bombeiros em Rosário do Sul, no antigo mercado da Cotriros, criado através de ato governamental do Sr. Governador do Estado Olívio Dutra. O 1º Sargento da reserva altiva Jair Rodrigues Mendes, passou a comandar 13 servidores militares, logo após estiveram no Comando da Seção de Combate a Incêndios de Rosário do Sul, o 1º Tenente da reserva altiva Rogério Luis da Silva, 1º Ten da reserva altiva Antonio Carlos da Silveira Flores, 1º Ten da reserva altiva Elton José Macedo Trindade, e atualmente é Comandada pelo Capitão do Quadro de Oficiais do Estado Maior Gerson Luiz da Silva Rodrigues.
Em 07 de outubro de 2004, foi inaugurada as novas instalações do quartel de bombeiros na rua Amaro Souto nº 1924, no prédio onde funcionava a inspetoria veterinária, obra esta realizada pela prefeitura Municipal em três fases, iniciada no ano de 2001 e concluída em 2004. No mesmo ano o Corpo de Bombeiros recebeu do Estado uma viatura Auto tanque, zero quilometro com capacidade de sete mil litros de água para o Combate a Incêndios, atualmente o corpo de Bombeiros possui duas viaturas de Combate a Incêndios e cinco viaturas leves, entre elas uma ambulância/resgate zero quilômetro, que foi recebida através da consulta popular, do Estado no ano de 2009, possui um efetivo de 32 servidores estaduais.

Defesa Civil realiza ato de instalação da REDEC-6 .




Defesa Civil realiza ato de instalação da REDEC-6
15:42 Terça-feira, 29 de junho de 2010

Na tarde da última sexta-feira (25), foi realizada a instalação da regional de Santana do Livramento e posse do coordenador tenente Carlos Erinaldo Freitas da Rosa e sua adjunta Patrícia Aline Silva Maciel. Ministrado pelo tenente coronel Abel Monteiro de Souza, representante do secretário de Estado chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Defesa Civil, tenente coronel Marco Antônio Oliveira Quevedo, o evento foi dividido em dois atos: Primeiramente, ocorreu o ato oficial de posse do coordenador e sua adjunta e a entrega do mimo ao prefeito de Santana do Livramento e logo, todos se dirigiram à sede da REDEC-6, onde houve o descerramento da placa inaugural.

O evento contou com a presença de cerca de 90 pessoas das comunidades que integram os 11 municípios da regional. Prefeitos municipais, vice-prefeitos, coordenadores municipais de Defesa Civil, comandante do 2° regimento da Polícia Montada, jefatura de polícia de Rivera e vice-cônsul do Brasil no Uruguai estão entre as autoridades que prestigiaram o ato. O prefeito de Santana do Livramento, Wainer Machado, destacou a importância da instalação de Defesa Civil no município, bem como o esforço das lideranças para que a sede fosse instalada e a preocupação da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Rorato Crusius, na ampliação do número de REDECs – o que resultou na aproximação do Estado com as comunidades e no trabalho de prevenção e educação.


Assessoria de Comunicação Social - DC/CM

quarta-feira, 30 de junho de 2010

EUA, TEMPESTADE TROPICAL "ALEX".



Em Lousiania (EUA), barragens foram construídas para conter a mancha petróleo trazida pelos ventos da tempestade "Alex". A tempestade tropical "Alex" tornou-se nesta terça-feira o primeiro furacão da temporada de ciclones do Atlântico de 2010 ao aumentar seus ventos máximos sustentados a 120 km/h, informaram meteorologistas dos Estados Unidos.

Semansky Patrick/AP

terça-feira, 29 de junho de 2010

Ponte Interditada na RS-640.






















A ponte da RS-640, continua interditada, devido as fortes chuvas da semana passada que causaram diversos danos nas escoras e andaimes das obras de recuperação.
O trânsito no local está proíbido, esta rodovia liga Rosário do Sul á Cacequi.

sábado, 26 de junho de 2010

Desastre poderia ter sido evitado.

Desastre poderia ter sido evitado

Especialistas mostram que governo federal deixou de investir em prevenção

Adriana Caitano












O ex-ministro Geddel Vieira Lima sopra a vuvuzela: verbas foram para a Bahia, onde ele disputa o governo do estado. (AE)

Alagoas não recebeu um centavo sequer em 2010 para ações de prevenção de desastres.

Pernambuco ficou somente com 0,24% do total da verba.

No último ano, o Brasil tem sido vítima de desastres naturais que, em número de mortes, não podem ser comparados aos efeitos de furacões e terremotos. Mas têm deixado um rastro de destruição. A diferença é que, por aqui, o algoz é cíclico e tem época mais ou menos pré-definida para chegar: a chuva.

Especialistas ouvidos por VEJA.com dizem que, longe de estar preparado, o país parece sempre ser pego de surpresa. Um dos sintomas do despreparo, para eles, é que os governantes logo se apressam em destinar recursos emergenciais para as áreas atingidas, mas gastam mal os recursos disponíveis para prevenir os efeitos de enchentes - o que sairia mais barato e traria menos sofrimento às vítimas.

Um levantamento feito nesta semana pela ONG Contas Abertas registrou que o Ministério da Integração Nacional utilizou somente 14% dos 508,3 milhões de reais previstos para a prevenção e preparação de desastres em 2010. Já o programa de resposta aos desastres e reconstrução recebeu, de janeiro a junho, 535 milhões de reais. Ou seja, os gastos para remediar o problema foram sete vezes maiores que os preventivos.

A ONG também denunciou que Alagoas, um dos locais mais castigados pela chuva, não recebeu um centavo sequer em 2010 para ações de prevenção de desastres como o que atingiu 27 municípios do estado na última sexta-feira. Pernambuco, onde 54 cidades foram afetadas, ficou somente com 0,24% do total da verba. Enquanto isso, 56,85% dos recursos do país foram para a Bahia - estado em que o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira, que deixou o cargo no fim de março, pretende disputar o governo.

Relatório - Em abril deste ano, o Tribunal de Contas da União (TCU) fez uma auditoria na Secretaria Nacional de Defesa Civil e constatou que não há transparência nem agilidade na execução das ações do órgão. O relatório apontou que os recursos aprovados para socorrer as cidades afetadas por desastres demoram em média 98 dias para chegar à conta bancária do município e a distribuição não tem seguido critérios técnicos claros: de 2004 a 2009, 55,1% do total da verba destinada à prevenção de desastres ficou concentrada na Bahia, em Santa Catarina e em Mato Grosso.

Após as constatações, o tribunal recomendou que a secretaria "adote e divulgue critérios objetivos para a distribuição de recursos para obras preventivas, de forma a garantir que sejam alocados nas áreas que apresentem maior risco e contribuam para mitigar os prejuízos humanos e materiais resultantes de eventos naturais adversos". O procurador Marinus Eduardo Marsico, representante do Ministério Público no TCU, lembra que o tribunal só pode exigir a devolução dos recursos quando comprova que houve prejuízo ao erário ou descumprimento das normas. "O que é possível é dar recomendações para um melhor planejamento orçamentário, mas, se elas estivessem sendo seguidas, nada disso estaria acontecendo", lamenta.

O especialista em gestão pública da Universidade de Brasília (UnB), José Matias Pereira, acredita que, como esses fenômenos naturais são cíclicos, se houvesse investimentos eficientes em um programa de prevenção, com obras que têm começo e fim, o desgaste para a sociedade seria menor. "Problemas de desmoronamento de encostas, por exemplo, são previstos por estudos em universidades com muita antecedência, os gestores públicos é que se negam a enxergar a necessidade de evitar isso, eles sempre assumem a postura de empurrar com a barriga, como se nada fosse acontecer, mas uma hora acontece e eles correm atrás depois", critica.

FONTE: veja.com