Notícias
29/07/2009
Comunicado da governadora do Estado sobre a gripe A (H1N1)
Em comunicado oficial, a governadora Yeda Crusius anuncia medidas tomadas para conter a transmissão do vírus causador da gripe A no Rio Grande do Sul.
1) Consideramos, por todas as avaliações dos especialistas mundiais, nacionais e gaúchos, esta pandemia de gripe A (ou Influenza H1N1) como uma pandemia (epidemia que já está em 160 países) com um perfil de baixa letalidade (0,4% dos casos podem ir a óbito), semelhante ao da gripe sazonal que nos aflige em todos os invernos.
2) Historicamente, a cada ano, durante o período mais frio do ano, o Rio Grande é acometido por um aumento de infecções respiratórias que sobrecarregam os postos de saúde e hospitais. A cada ano que passa, temos conseguido com as ações de prevenção e com a vacina antigripal, reduzir a gravidade dos casos e o número de óbitos. Em 1996, no mês de julho, faleceram mais de 1900 pessoas com infecção respiratória no RS, na maior parte provocada pelas gripes sazonais (com vários tipos de vírus que aumentam o contágio no inverno). Em 2008, já havíamos reduzido esse número para 950.
3) Somos, hoje, o principal palco no país de enfrentamento da nova gripe. A razão disso é termos a maior linha de fronteira com os países da América do Sul, que possuem os maiores índices mundiais de epidemia, além de passar por aqui o maior volume de veículos de carga provenientes do Chile para o Brasil. Somando a isso o frio intenso que predispõe a esse tipo de contágio, estamos tendo aqui uma rápida disseminação da nova gripe, maior que em qualquer outro ponto do país.
Embora a nova gripe não seja mais grave que as gripes sazonais, pelo simples fato de ser veiculada por um vírus novo, ela possui uma maior capacidade de transmissão, que aumenta nos períodos mais frios e nas regiões mais frias, como a nossa.
4) Entendemos que as atividades sociais e econômicas não devem sofrer mudanças significativas. Se não, teríamos que fazê-lo a cada inverno, com os surtos de gripe sazonal, e isso nunca se fez necessário. É claro que, para avaliar cada local onde a propagação da gripe é maior, pode haver uma decisão local, conjuntural, temporária, de poucos dias de duração, para se tentar diminuir a velocidade de disseminação, embora isso não mude os números a médio prazo da epidemia.
5) Para acompanhar o desenvolvimento dessa epidemia atual , articular ações e aconselhar novas medidas, criei um Comitê Estadual para seu acompanhamento. Dele participam órgãos governamentais, não-governamentais, municípios, profissionais da saúde, universidades e diversas secretarias do Estado.
6) Também foi criado um Posto de Comando para esse acompanhamento, onde, com a coordenação da Secretaria da Saúde e da Defesa Civil, está sendo agilizado um fluxo diário de informações que norteiam as decisões.
7) Hoje, já devemos estar próximos aos 12 mil casos de gripe A no Estado, sendo 99% sem maior gravidade e evoluindo para a cura, sem mesmo necessitarem de internação hospitalar. Porém, uma quantidade pequena de casos evolui com gravidade, o que sempre nos preocupa e obriga a avançar em ações de atendimento.
8) Com o agravamento do frio e com o aumento de casos em todas as regiões do Estado, foi avaliada pelo Comitê a possibilidade de algumas ações pontuais para retardar a velocidade de contágio na população. O objetivo é amenizar a curva ( de incremento no número de casos) de transmissão em populações específicas que tenham mais facilidade de contágio.
9) Por isso, o Comitê recomendou, e eu estou determinando, que haja uma postergação do retorno dos alunos das escolas estaduais às aulas, por 14 dias. Recomendamos que essa posição também seja acompanhada pelas escolas municipais, privadas e universidades.
10) Consideramos que essa medida não acaba com a epidemia nem alterará seus números finais. Ela seguirá o curso de todas as epidemias de gripe sazonal. Porém, entendemos que, ao ultrapassarmos o período previsto de maior frio, com menor aglomeração de crianças e jovens, estaremos ganhando um tempo importante para um melhor acompanhamento e atendimento dos casos de gripe.
Por todas estas considerações, o Governo do Estado comunica que decidiu adiar o retorno as aulas da rede pública estadual para o dia 17 de agosto próximo.
Gripe A (H1N1) perto da Região Metropolitana
O secretário estadual da Saúde, Osmar Terra, em coletiva, realizada hoje (29 de julho), informou que o número de casos da nova gripe podem aumentar na Região Metropolitana. "A população deve tomar medidas adequadas para o enfrentamento da epidemia na Região", explica. Além disso, os hospitais da Brigada Militar, Exército e Aeronáutica auxiliarão no combate à H1N1.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social
PARA MAIORES INFORMAÇÕES ACESSE:
http://www.saude.rs.gov.br
sexta-feira, 31 de julho de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
GRIPE A, SECRETÁRIO ANUNCIA NOVAS MEDIDAS DE COMBATE.
26/07/2009 - Estado tem mais cinco mortes por Gripe A (H1N1). Secretário anuncia novas medidas de combate à epidemia
A Secretaria Estadual da Saúde (SES) confirmou hoje (26/7) a ocorrência de mais cinco óbitos por gripe A no RS. O anúncio foi feito pelo secretário Osmar Terra, em coletiva à imprensa. As mortes ocorreram entre os dias 16 e 25 de julho. Os pacientes eram três mulheres, sendo duas gestantes, e dois homens, conforme segue:
1) Caxias do Sul - homem de 36 anos, cardiopata, profissão; marceneiro, dia 16/7/09
2) Passo Fundo - gestante, 31 anos, auxiliar de frigorífico, dia: 16/07/09
3) Uruguaiana - mulher, 63 anos, com diabete melittus, aposentada, dia: 18/7/09
4) Passo Fundo - gestande de 25 anos, técnica de enfermagem, dia: 20/7/09
5) Montenegro - homem, de 20 anos, trabalhador da indústria de calçado, dia: 25/7/09
Isto totaliza 16 mortes causados pela Gripe A (H1N1) no Rio Grande do Sul.
A estimativa da SES é de que existam em torno de 10 mil casos de pessoas que tem ou já tiveram a doença no Estado. O RS é vulnerável por ser de clima frio, além de fazer fronteira com países que apresentam a doença.
"A epidemia está vindo da fronteira em direção ao litoral, atingindo também o norte do Estado. Atualmente, 392 pacientes estão internados em hospitais sendo que, destes, 101 estão em UTIs", explicou o secretário.
Terra avalia que 99% dos casos não necessitam de internação, mas quando ela é necessária, a doença apresenta evolução rápida para um nível mais grave.
AÇÕES ESTRATÉGICAS
O governo do Estado articula com as prefeituras ações estratégicas para a ampliação do número de consultas e de leitos hospitalares, inclusive de UTI, para os casos graves. O Estado alugou 100 respiradores e está comprando outros 50. Os recursos para o Inverno Gaúcho, programa de estímulo aos postos de saúde para que abram no terceiro turno, até às 22horas, foram redobrados.
O secretário também anunciou a determinação da Secretaria em suspender temporariamente as cirurgias eletivas, liberando leitos para vítimas da gripe.
Como nesta época do ano outras viroses ocupam vagas de UTI, os hospitais foram autorizados a aumentar o número de leitos normalmente oferecidos, e receberão recursos extras.
Com relação aos hospitais da Ulbra, Terra disse que aguarda decisão da Justiça para liberar recursos e assim acionar as UTIs, que possuem 90 leitos. Enquanto isto não ocorre, o hospital Nossa Senhora das Graças poderá dobrar o número de leitos que dispõe.
"Paradoxalmente, não estamos tendo tantos óbitos neste ano quanto no ano passado, quando ocorreram 950 mortes no RS. Também participam da operação o Comando Militar do Sul, Aeronáutica e Brigada Militar.
LABORATÓRIO
No próximo dia 28, técnicos da Fiocruz estarão no RS para uma inspeção no Laboratório do Estado, o Lacen, que derverá iniciar os testes de imunofluorescência. Com este recurso, que possibilita saber se as amostras são de gripe comum ou outra virose, será possível diminuir o tempo de espera para a confirmação dos exames. O RS recebeu nesta semana 15 mil tratamentos de Tamiflu, que já foram distribuídos para as 19 Coordenadorias Regionais de Saúde, e serão usados conforme protocolo do Ministério da Saúde, para as pessoas com fatores de risco, principalmente grávidas.
Após a coletiva, o secretário Terra reuniu-se com os diretores dos maiores hospitais de Porto Alegre, para tratar da assistência aos pacientes com gripe A residentes na cidade e na Região Metropolitana. A idéia é firmar parcerias entre o Estado e o município para o enfrentamento da epidemia, caso ela chegue com força à capital. O número de postos de saúde com o terceiro turno deverá ser ampliado com a ajuda dos recursos humanos destas instituições. Além disso, serão estabelecidas diretrizes para a redução das cirurgias eletivas neste período de inverno, para que sobre mais espaço nos hospitais e para atender a possível demanda.
Assessoria de Comunicação Social
FONTE: www.saude.rs.gov.br
A Secretaria Estadual da Saúde (SES) confirmou hoje (26/7) a ocorrência de mais cinco óbitos por gripe A no RS. O anúncio foi feito pelo secretário Osmar Terra, em coletiva à imprensa. As mortes ocorreram entre os dias 16 e 25 de julho. Os pacientes eram três mulheres, sendo duas gestantes, e dois homens, conforme segue:
1) Caxias do Sul - homem de 36 anos, cardiopata, profissão; marceneiro, dia 16/7/09
2) Passo Fundo - gestante, 31 anos, auxiliar de frigorífico, dia: 16/07/09
3) Uruguaiana - mulher, 63 anos, com diabete melittus, aposentada, dia: 18/7/09
4) Passo Fundo - gestande de 25 anos, técnica de enfermagem, dia: 20/7/09
5) Montenegro - homem, de 20 anos, trabalhador da indústria de calçado, dia: 25/7/09
Isto totaliza 16 mortes causados pela Gripe A (H1N1) no Rio Grande do Sul.
A estimativa da SES é de que existam em torno de 10 mil casos de pessoas que tem ou já tiveram a doença no Estado. O RS é vulnerável por ser de clima frio, além de fazer fronteira com países que apresentam a doença.
"A epidemia está vindo da fronteira em direção ao litoral, atingindo também o norte do Estado. Atualmente, 392 pacientes estão internados em hospitais sendo que, destes, 101 estão em UTIs", explicou o secretário.
Terra avalia que 99% dos casos não necessitam de internação, mas quando ela é necessária, a doença apresenta evolução rápida para um nível mais grave.
AÇÕES ESTRATÉGICAS
O governo do Estado articula com as prefeituras ações estratégicas para a ampliação do número de consultas e de leitos hospitalares, inclusive de UTI, para os casos graves. O Estado alugou 100 respiradores e está comprando outros 50. Os recursos para o Inverno Gaúcho, programa de estímulo aos postos de saúde para que abram no terceiro turno, até às 22horas, foram redobrados.
O secretário também anunciou a determinação da Secretaria em suspender temporariamente as cirurgias eletivas, liberando leitos para vítimas da gripe.
Como nesta época do ano outras viroses ocupam vagas de UTI, os hospitais foram autorizados a aumentar o número de leitos normalmente oferecidos, e receberão recursos extras.
Com relação aos hospitais da Ulbra, Terra disse que aguarda decisão da Justiça para liberar recursos e assim acionar as UTIs, que possuem 90 leitos. Enquanto isto não ocorre, o hospital Nossa Senhora das Graças poderá dobrar o número de leitos que dispõe.
"Paradoxalmente, não estamos tendo tantos óbitos neste ano quanto no ano passado, quando ocorreram 950 mortes no RS. Também participam da operação o Comando Militar do Sul, Aeronáutica e Brigada Militar.
LABORATÓRIO
No próximo dia 28, técnicos da Fiocruz estarão no RS para uma inspeção no Laboratório do Estado, o Lacen, que derverá iniciar os testes de imunofluorescência. Com este recurso, que possibilita saber se as amostras são de gripe comum ou outra virose, será possível diminuir o tempo de espera para a confirmação dos exames. O RS recebeu nesta semana 15 mil tratamentos de Tamiflu, que já foram distribuídos para as 19 Coordenadorias Regionais de Saúde, e serão usados conforme protocolo do Ministério da Saúde, para as pessoas com fatores de risco, principalmente grávidas.
Após a coletiva, o secretário Terra reuniu-se com os diretores dos maiores hospitais de Porto Alegre, para tratar da assistência aos pacientes com gripe A residentes na cidade e na Região Metropolitana. A idéia é firmar parcerias entre o Estado e o município para o enfrentamento da epidemia, caso ela chegue com força à capital. O número de postos de saúde com o terceiro turno deverá ser ampliado com a ajuda dos recursos humanos destas instituições. Além disso, serão estabelecidas diretrizes para a redução das cirurgias eletivas neste período de inverno, para que sobre mais espaço nos hospitais e para atender a possível demanda.
Assessoria de Comunicação Social
FONTE: www.saude.rs.gov.br
sábado, 25 de julho de 2009
MINISTÉRIO DA SAÚDE - NOTA À IMPRENSA
24/07/2009 , às 13h36
NOTA À IMPRENSA - ATUALIZADA
MINISTÉRIO DA SAÚDE
GABINETE PERMANENTE DE EMERGÊNCIAS
NOTA À IMPRENSA - ATUALIZADA
Sexta-feira, 24 de julho de 2009
11 horas
Influenza A (H1N1)
1. Conforme divulgado anteriormente, de acordo com o último Protocolo de Manejo Clínico e Vigilância Epidemiológica da Influenza, de 8 de julho, baseado em recomendações da Organização Mundial da Saúde, não está mais indicada a identificação individual de cada caso de influenza pelo novo vírus H1N1, mas a notificação, investigação, diagnóstico laboratorial e tratamento dos casos com síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e dos grupos de risco para desenvolver formas graves, assim como identificação de novos focos da doença no país.
2. Dentro desse novo cenário, o novo Boletim Epidemiológico da Influenza no Brasil informa que, de 25 de abril a 18 de julho, foram notificados 8.328 casos suspeitos de algum tipo de gripe no país, com maior concentração nas regiões Sul e Sudeste, corroborando com a ocorrência esperada de casos de síndrome gripal para essa estação do ano.
2.1 Desse total, 1.566 (18,8%) foram confirmados para influenza A (H1N1) e 528 (6,34%) para influenza sazonal.
2.2 É importante ressaltar que, dos casos confirmados por gripe comum, 17% dos pacientes apresentaram dificuldade respiratória moderada ou grave, compatível com a definição de síndrome respiratória aguda grave. Até o momento, este índice é menor nos pacientes infectados pelo vírus H1N1: 14,2% apresentaram esse quadro.
2.3 Além disso, a análise dos casos confirmados de síndrome respiratória aguda grave evidencia que esse quadro é mais freqüente em mulheres (55,72%).
2.4 A análise epidemiológica realizada até o momento indica que a faixa etária mais acometida tanto pelo vírus H1N1 quanto pelo vírus da influenza sazonal é a de 20 a 49 anos, com mais de 60% dos casos.
3. Até 22 de julho, o Brasil registra 29 óbitos de pacientes com infecção pelo vírus influenza A (H1N1). Destas, 12 são de São Paulo, 11 do Rio Grande do Sul, 05 do Rio de Janeiro e 01 do Paraná.
Óbitos confirmados por influenza A(H1N1) por Unidade Federada
NOTA À IMPRENSA - ATUALIZADA
MINISTÉRIO DA SAÚDE
GABINETE PERMANENTE DE EMERGÊNCIAS
NOTA À IMPRENSA - ATUALIZADA
Sexta-feira, 24 de julho de 2009
11 horas
Influenza A (H1N1)
1. Conforme divulgado anteriormente, de acordo com o último Protocolo de Manejo Clínico e Vigilância Epidemiológica da Influenza, de 8 de julho, baseado em recomendações da Organização Mundial da Saúde, não está mais indicada a identificação individual de cada caso de influenza pelo novo vírus H1N1, mas a notificação, investigação, diagnóstico laboratorial e tratamento dos casos com síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e dos grupos de risco para desenvolver formas graves, assim como identificação de novos focos da doença no país.
2. Dentro desse novo cenário, o novo Boletim Epidemiológico da Influenza no Brasil informa que, de 25 de abril a 18 de julho, foram notificados 8.328 casos suspeitos de algum tipo de gripe no país, com maior concentração nas regiões Sul e Sudeste, corroborando com a ocorrência esperada de casos de síndrome gripal para essa estação do ano.
2.1 Desse total, 1.566 (18,8%) foram confirmados para influenza A (H1N1) e 528 (6,34%) para influenza sazonal.
2.2 É importante ressaltar que, dos casos confirmados por gripe comum, 17% dos pacientes apresentaram dificuldade respiratória moderada ou grave, compatível com a definição de síndrome respiratória aguda grave. Até o momento, este índice é menor nos pacientes infectados pelo vírus H1N1: 14,2% apresentaram esse quadro.
2.3 Além disso, a análise dos casos confirmados de síndrome respiratória aguda grave evidencia que esse quadro é mais freqüente em mulheres (55,72%).
2.4 A análise epidemiológica realizada até o momento indica que a faixa etária mais acometida tanto pelo vírus H1N1 quanto pelo vírus da influenza sazonal é a de 20 a 49 anos, com mais de 60% dos casos.
3. Até 22 de julho, o Brasil registra 29 óbitos de pacientes com infecção pelo vírus influenza A (H1N1). Destas, 12 são de São Paulo, 11 do Rio Grande do Sul, 05 do Rio de Janeiro e 01 do Paraná.
Óbitos confirmados por influenza A(H1N1) por Unidade Federada
MINISTÉRIO DA SAÚDE TIRA DÚVIDAS SOBRE A NOVA GRIPE.
23/07/2009 , às 11h51
Ministério da Saúde tira dúvidas sobre nova gripe
Veja as perguntas mais comuns dos brasileiros e as respostas do governo federal para as questões. MS orienta os suspeitos de gripe a procurar posto de saúde ou médico
O Ministério da Saúde está fazendo todos os esforços possíveis para deixar a população informada sobre a Influenza A (H1N1). O trabalho da imprensa tem ajudado também a esclarecer os brasileiros sobre a nova gripe. O Ministério mantém no seu site www.saude.gov.br um espaço específico para o tema, que traz informações atualizadas, além de colocar à disposição da população o atendimento gratuito pelo Disque Saúde 0800 061 1997. Veja algumas dúvidas e as respostas:
1 - Qual é a previsão de produção da vacina contra a influenza A (H1N1) no Brasil?
O Instituto Butantan, ligado à Secretaria de Saúde do Governo do Estado de São Paulo, é responsável no Brasil por desenvolver as vacinas contra a gripe comum (sazonal) e estará à frente também do desenvolvimento da gripe contra a influenza A (H1N1). A vacina a ser produzida no Brasil estará disponível no próximo ano. Além de desenvolver a vacina, o MS avaliará, junto ao Butantan, a necessidade de comprar vacinas prontas de outros fabricantes.
2 – Haverá cadastramento de novos laboratórios para realização de exames de diagnóstico?
Atualmente, três laboratórios de referência fazem o exame de diagnóstico da influenza A (H1N1) no Brasil: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/RJ), Instituto Evandro Chagas (IEC/PA) e Instituto Adolf Lutz (SP). Há a possibilidade, agora, de credenciamento de Laboratórios Centrais (Lacens) para centralizar a realização desses exames nos estados, além dos três laboratórios de referência. Isso já está em curso para os estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais, mas ainda não há data definida para essa habilitação.
3 - Como é realizada a distribuição do medicamento?
A distribuição dos medicamentos é centralizada. O Ministério da Saúde envia os remédios aos estados, respondendo às solicitações das Secretarias Estaduais de Saúde. Cabe a elas não só indicar as unidades de referência no atendimento da nova gripe, como também ampliar o número de unidades para realização do tratamento. Outras unidades podem ser indicadas para atender os casos e usar o antiviral.
4 - O Brasil tem medicamento suficiente para enfrentar a influenza A (H1N1)?
Sim. O Ministério da Saúde tem medicamento suficiente para enfrentar a pandemia de influenza A (H1N1). O MS tem um estoque de 9 milhões de tratamentos em pó. Eles foram adquiridos em 2005, época de uma possível epidemia de gripe aviária. Além disso, na terça-feira (21 de julho), o governo federal recebeu mais 50 mil tratamentos. Desses, 15 mil vão para o Rio Grande do Sul, estado entre os mais afetados pela doença. Outros estados com maior número de casos também receberam quantidade adicional de tratamento. Até o fim de julho, o MS vai receber mais 150 mil tratamentos. Nas próximas semanas, será um milhão a mais de medicamentos disponíveis, além do que está estocado em pó. O Ministério esclarece que o estoque de remédios está de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
5 - Quais os critérios de utilização para do medicamento fosfato de oseltamivir?
Apenas os pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas, desde o início dos sintomas, e as pessoas com maior risco de apresentar quadro clínico grave serão medicados com o fosfato de oseltamivir. Os demais terão os sintomas tratados de acordo com indicação médica. O objetivo é evitar o uso desnecessário e uma possível resistência ao medicamento, assim como já foi registrado no Reino Unido, Japão e Hong Kong. É importante lembrar, também, que todas as pessoas que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico, para indicação ou não de tratamento com o fosfato de oseltamivir.
6 - Quem está no grupo de risco?
O grupo de risco é composto por idosos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), pessoas com obesidade mórbida e também com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.
7 - Por que o Rio Grande do Sul registra tantos casos da influenza A (H1N1)?
Todos os anos, o Brasil registra ocorrências de casos graves e óbitos por gripe e doenças associadas, como pneumonia, em todas as regiões. Neste período do ano, que é inverno, sempre há maior ocorrência desses casos, em especial no RS e nos outros estados do Sul e Sudeste. Isso porque eles têm o inverno mais rigoroso e mais prolongado. Além disso, no caso especifico da influenza A (H1N1), há países com maior número de casos que fazem fronteira com o Rio Grande do Sul, como é o caso da Argentina. A disseminação da doença aumenta e não é indicado controlar o fluxo de pessoas na fronteira, pois isto não tem efeito na disseminação da doença.
8 - Grávidas podem tomar fosfato de oseltamivir?
Não há registros de efeitos negativos do uso do fosfato de oseltamivir em mulheres grávidas e em fetos. No entanto, como medida de precaução e conforme orientação do fabricante, esse medicamento só deve ser tomado durante a gravidez se o seu benefício justificar o risco. Essa decisão deve ser tomada de acordo com indicação médica.
9 - Existe transmissão sustentada do vírus da Influenza A (H1N1) no Brasil?
Desde 24 de abril, data do primeiro alerta dado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre o surgimento da nova doença, até o dia 15 de julho, o Ministério da Saúde só havia registrado casos no país de pessoas que tinham contraído a doença no exterior ou pego de quem esteve fora. No dia 16 de julho, o Ministério da Saúde recebeu a notificação do primeiro caso de transmissão da Influenza A (H1N1) no Brasil sem esse tipo de vínculo. Trata-se de paciente do Estado de São Paulo, que morreu no último dia 30 de junho. Esse caso nos deu a primeira evidência de que o novo vírus está em circulação em território nacional. Todas as estratégias que o MS deveria adotar numa situação como esta já foram tomadas há quase três semanas. O Brasil se antecipou. A atualização constante de nossas ações contra a nova gripe permitiu que, neste momento, toda a rede de saúde esteja integrada para manter e reforçar as medidas de atenção à população.
10 - Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?
Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.
11 - Quando eu devo procurar um médico?
Se você tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.
12 - O que fazer em caso de surgimento de sintomas?
Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.
13 - Por que o exame laboratorial parou de ser realizado em todos os casos suspeitos?
Essa mudança ocorreu porque um percentual significativo — mais de 70% — das amostras de casos suspeitos analisadas em laboratórios de referência, antes dessa mudança, não era da nova gripe, mas de outros vírus respiratórios, ou não era de nenhum virus. Com o aumento do número de casos no país, a prioridade do sistema público de saúde é detectar e tratar com a máxima agilidade os casos graves e evitar mortes.
15 - Os hospitais estão preparados para atender pacientes com a Influenza A (H1N1)?
Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.
16 - Como eu posso me prevenir da doença?
Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.
FONTE: www.saude.gov.br
Ministério da Saúde tira dúvidas sobre nova gripe
Veja as perguntas mais comuns dos brasileiros e as respostas do governo federal para as questões. MS orienta os suspeitos de gripe a procurar posto de saúde ou médico
O Ministério da Saúde está fazendo todos os esforços possíveis para deixar a população informada sobre a Influenza A (H1N1). O trabalho da imprensa tem ajudado também a esclarecer os brasileiros sobre a nova gripe. O Ministério mantém no seu site www.saude.gov.br um espaço específico para o tema, que traz informações atualizadas, além de colocar à disposição da população o atendimento gratuito pelo Disque Saúde 0800 061 1997. Veja algumas dúvidas e as respostas:
1 - Qual é a previsão de produção da vacina contra a influenza A (H1N1) no Brasil?
O Instituto Butantan, ligado à Secretaria de Saúde do Governo do Estado de São Paulo, é responsável no Brasil por desenvolver as vacinas contra a gripe comum (sazonal) e estará à frente também do desenvolvimento da gripe contra a influenza A (H1N1). A vacina a ser produzida no Brasil estará disponível no próximo ano. Além de desenvolver a vacina, o MS avaliará, junto ao Butantan, a necessidade de comprar vacinas prontas de outros fabricantes.
2 – Haverá cadastramento de novos laboratórios para realização de exames de diagnóstico?
Atualmente, três laboratórios de referência fazem o exame de diagnóstico da influenza A (H1N1) no Brasil: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/RJ), Instituto Evandro Chagas (IEC/PA) e Instituto Adolf Lutz (SP). Há a possibilidade, agora, de credenciamento de Laboratórios Centrais (Lacens) para centralizar a realização desses exames nos estados, além dos três laboratórios de referência. Isso já está em curso para os estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais, mas ainda não há data definida para essa habilitação.
3 - Como é realizada a distribuição do medicamento?
A distribuição dos medicamentos é centralizada. O Ministério da Saúde envia os remédios aos estados, respondendo às solicitações das Secretarias Estaduais de Saúde. Cabe a elas não só indicar as unidades de referência no atendimento da nova gripe, como também ampliar o número de unidades para realização do tratamento. Outras unidades podem ser indicadas para atender os casos e usar o antiviral.
4 - O Brasil tem medicamento suficiente para enfrentar a influenza A (H1N1)?
Sim. O Ministério da Saúde tem medicamento suficiente para enfrentar a pandemia de influenza A (H1N1). O MS tem um estoque de 9 milhões de tratamentos em pó. Eles foram adquiridos em 2005, época de uma possível epidemia de gripe aviária. Além disso, na terça-feira (21 de julho), o governo federal recebeu mais 50 mil tratamentos. Desses, 15 mil vão para o Rio Grande do Sul, estado entre os mais afetados pela doença. Outros estados com maior número de casos também receberam quantidade adicional de tratamento. Até o fim de julho, o MS vai receber mais 150 mil tratamentos. Nas próximas semanas, será um milhão a mais de medicamentos disponíveis, além do que está estocado em pó. O Ministério esclarece que o estoque de remédios está de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
5 - Quais os critérios de utilização para do medicamento fosfato de oseltamivir?
Apenas os pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas, desde o início dos sintomas, e as pessoas com maior risco de apresentar quadro clínico grave serão medicados com o fosfato de oseltamivir. Os demais terão os sintomas tratados de acordo com indicação médica. O objetivo é evitar o uso desnecessário e uma possível resistência ao medicamento, assim como já foi registrado no Reino Unido, Japão e Hong Kong. É importante lembrar, também, que todas as pessoas que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico, para indicação ou não de tratamento com o fosfato de oseltamivir.
6 - Quem está no grupo de risco?
O grupo de risco é composto por idosos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), pessoas com obesidade mórbida e também com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.
7 - Por que o Rio Grande do Sul registra tantos casos da influenza A (H1N1)?
Todos os anos, o Brasil registra ocorrências de casos graves e óbitos por gripe e doenças associadas, como pneumonia, em todas as regiões. Neste período do ano, que é inverno, sempre há maior ocorrência desses casos, em especial no RS e nos outros estados do Sul e Sudeste. Isso porque eles têm o inverno mais rigoroso e mais prolongado. Além disso, no caso especifico da influenza A (H1N1), há países com maior número de casos que fazem fronteira com o Rio Grande do Sul, como é o caso da Argentina. A disseminação da doença aumenta e não é indicado controlar o fluxo de pessoas na fronteira, pois isto não tem efeito na disseminação da doença.
8 - Grávidas podem tomar fosfato de oseltamivir?
Não há registros de efeitos negativos do uso do fosfato de oseltamivir em mulheres grávidas e em fetos. No entanto, como medida de precaução e conforme orientação do fabricante, esse medicamento só deve ser tomado durante a gravidez se o seu benefício justificar o risco. Essa decisão deve ser tomada de acordo com indicação médica.
9 - Existe transmissão sustentada do vírus da Influenza A (H1N1) no Brasil?
Desde 24 de abril, data do primeiro alerta dado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre o surgimento da nova doença, até o dia 15 de julho, o Ministério da Saúde só havia registrado casos no país de pessoas que tinham contraído a doença no exterior ou pego de quem esteve fora. No dia 16 de julho, o Ministério da Saúde recebeu a notificação do primeiro caso de transmissão da Influenza A (H1N1) no Brasil sem esse tipo de vínculo. Trata-se de paciente do Estado de São Paulo, que morreu no último dia 30 de junho. Esse caso nos deu a primeira evidência de que o novo vírus está em circulação em território nacional. Todas as estratégias que o MS deveria adotar numa situação como esta já foram tomadas há quase três semanas. O Brasil se antecipou. A atualização constante de nossas ações contra a nova gripe permitiu que, neste momento, toda a rede de saúde esteja integrada para manter e reforçar as medidas de atenção à população.
10 - Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?
Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.
11 - Quando eu devo procurar um médico?
Se você tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.
12 - O que fazer em caso de surgimento de sintomas?
Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.
13 - Por que o exame laboratorial parou de ser realizado em todos os casos suspeitos?
Essa mudança ocorreu porque um percentual significativo — mais de 70% — das amostras de casos suspeitos analisadas em laboratórios de referência, antes dessa mudança, não era da nova gripe, mas de outros vírus respiratórios, ou não era de nenhum virus. Com o aumento do número de casos no país, a prioridade do sistema público de saúde é detectar e tratar com a máxima agilidade os casos graves e evitar mortes.
15 - Os hospitais estão preparados para atender pacientes com a Influenza A (H1N1)?
Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.
16 - Como eu posso me prevenir da doença?
Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.
FONTE: www.saude.gov.br
sexta-feira, 24 de julho de 2009
EXERCÍCIO SIMULADO - BOMBEIROS DE ROSÁRIO DO SUL
Na tarde desta sexta-feira, dia 24 de julho de 2009, o Corpo de Bombeiros de Rosário do Sul,realizou um exercício simulado de acidente veicular. Todo o efetivo do Corpo de Bombeiros participou, o treinamento é necessário pois no trabalho diário enfrentamos diversas situações, uma delas é a vítima presa nas ferragens, sendo necessário a retirada, temos uma guarnição reduzida as vezes quatro homens somente, número que não esta dentro do padrão de trabalho, (mas são pessoas competentes no trabalho valendo por dez).

quinta-feira, 23 de julho de 2009
CENTROS DE TRIAGEM SERÃO ABERTOS EM ROSÁRIO DO SUL.(GRIPE A H1N1)
Três centros de triagem para diagnóstico de gripe serão abertos em Rosário do Sul
A partir da próxima segunda-feira, três postos de triagem para diagnóstico da Gripe A(H1N1), serão abertos em Rosário do Sul. A notícia foi dada pelo Secretário Municipal de Saúde e Meio Ambiente, Luis Henrique Antonello, durante reunião com o corpo médico do município realizada na manhã desta última quinta-feira, 23 de julho, onde foram repassadas as orientações da Secretaria Estadual de Saúde para diagnóstico e tratamento de casos suspeitos da Gripe A (H1N1), inicialmente conhecida como Gripe Suína.
Segundo Antonello os horários de atendimento destes novos centros de triagem serão divulgados nos próximos dias, mas os locais já estão definidos, sendo um na própria Secretaria de Saúde que fica ao lado do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, outro junto ao posto do INSS na Rua Amaro Souto próximo ao Corpo de Bombeiros e um terceiro no Bairro Artidor Hortiz junto ao CAPS, além da Unidade Móvel de Saúde que ficará na Praça Borges de Medeiros fornecendo informações para a população. “Não há motivo para pânico. Estamos monitorando todos os casos suspeitos e tratando conforme orientações padronizadas pelo Ministério da Saúde e Secretaria de Saúde do Estado.
Os centros de triagem que irão funcionar a partir de segunda-feira, estarão trabalhando no diagnóstico dos casos de gripe e infecção respiratória aguda e somente os casos graves serão encaminhados para o Hospital”, declarou Antonello.
No momento só existe uma pessoa internada em Rosário do Sul, com suspeita da doença. A mesma já está medicada e em observação. Durante a reunião, a responsável pelo setor de Epidemiologia da Secretaria de Saúde, enfermeira Sandra Amaral, instruiu os médicos para os procedimentos a serem adotados, tantos nos postos de saúde como pelas equipes da Estratégia da Saúde da Família (ESF). Devido à semelhança de sintomas da nova gripe para a gripe comum, todos os casos de gripe receberão atenção especial dos médicos.
FONTE: www.negociosrosul.com.br
A partir da próxima segunda-feira, três postos de triagem para diagnóstico da Gripe A(H1N1), serão abertos em Rosário do Sul. A notícia foi dada pelo Secretário Municipal de Saúde e Meio Ambiente, Luis Henrique Antonello, durante reunião com o corpo médico do município realizada na manhã desta última quinta-feira, 23 de julho, onde foram repassadas as orientações da Secretaria Estadual de Saúde para diagnóstico e tratamento de casos suspeitos da Gripe A (H1N1), inicialmente conhecida como Gripe Suína.
Segundo Antonello os horários de atendimento destes novos centros de triagem serão divulgados nos próximos dias, mas os locais já estão definidos, sendo um na própria Secretaria de Saúde que fica ao lado do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, outro junto ao posto do INSS na Rua Amaro Souto próximo ao Corpo de Bombeiros e um terceiro no Bairro Artidor Hortiz junto ao CAPS, além da Unidade Móvel de Saúde que ficará na Praça Borges de Medeiros fornecendo informações para a população. “Não há motivo para pânico. Estamos monitorando todos os casos suspeitos e tratando conforme orientações padronizadas pelo Ministério da Saúde e Secretaria de Saúde do Estado.
Os centros de triagem que irão funcionar a partir de segunda-feira, estarão trabalhando no diagnóstico dos casos de gripe e infecção respiratória aguda e somente os casos graves serão encaminhados para o Hospital”, declarou Antonello.
No momento só existe uma pessoa internada em Rosário do Sul, com suspeita da doença. A mesma já está medicada e em observação. Durante a reunião, a responsável pelo setor de Epidemiologia da Secretaria de Saúde, enfermeira Sandra Amaral, instruiu os médicos para os procedimentos a serem adotados, tantos nos postos de saúde como pelas equipes da Estratégia da Saúde da Família (ESF). Devido à semelhança de sintomas da nova gripe para a gripe comum, todos os casos de gripe receberão atenção especial dos médicos.
FONTE: www.negociosrosul.com.br
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