Aviso Meteorológico (CPTEC) - Temporais no Sul do Brasil
05/10/2011
Brasília - Na sexta-feira (07/10) poderá ocorrer chuva forte sobre o oeste do RS. No sábado (08/10) os temporais deverão atingir grande parte do Estado gaúcho.
A chuva forte prevista para este Estado virá acompanhada de de rajadas de vento, descargas elétricas e queda de granizo.
Em situações de risco consulte a Defesa Civil.
http://www.defesacivil.gov.br/sindec/estados/index.asp
Qualquer dúvida entrar em contato com:
Divisão de Operações Meteorológicas
(12) 3186-8459 ou 3186-8535
atendimento@cptec.inpe.br
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
ESTADO DE ATENÇÃO
Rajadas de vento podem chegar a 90 km/h e há risco de granizo na fronteira com o Uruguai
Alerta do Inmet também prevê pancadas de chuva e descargas elétricas a partir do final da tarde desta quinta-feira
Após a temperatura bater 30ºC em quase todas as regiões do Estado — e com possibilidade de atingir 37ºC em São Borja, na Fronteira Oeste —, uma frente fria vinda do Uruguai traz pancadas de chuva e rajadas de vento de até 90 km/h no trecho que se estende da Fronteira Oeste, passando pela Campanha e Região Central, até o Extremo Sul.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de descargas elétricas e eventual queda de granizo em áreas isoladas no oeste, sul e campanha do Rio Grande do Sul. O comunicado informa ainda que as mesmas condições meteorológicas devem ser percebidas na sexta-feira no Oeste, Campanha e Noroeste.
Em Buenos Aires, caiu granizo na manhã desta quinta-feira, informou o jornal Clarín. No entanto, após o registro do fenômeno meteorológico, o tempo abriu na capital argentina e o sol ajudou na elevação da temperatura. No Uruguai, choveu com intensidade entre a madrugada e a manhã de hoje.
— O tempo nos países vizinhos é uma prévia do que irá acontecer no RS. No final da tarde e início da noite, há previsão de rajadas de vento de 90 km/h em cidades como Uruguaiana, Bagé e Santa Vitória do Palmar — explicou Celso Oliveira, da Somar Meteorologia.
Por volta das 12h30min, as rajadas chegavam a 20 km/h em Uruguaiana, 25 km/h em Santa Vitória do Palmar e 30 km/h em Bagé.
Entre a madrugada e a manhã de sexta-feira, a chuva se estende para a Metade Norte. Apenas em cidades como Iraí e Erechim a chuva deve chegar na tarde de amanhã, após um amanhecer nublado.
A instabilidade derruba a temperatura em todo Estado. Se hoje a previsão é de 37ºC em São Borja, amanhã ela cai para 31ºC e no sábado não passa de 24ºC na cidade da Fronteira Oeste. Em Porto Alegre, os termômetros registram uma queda de mais de 10ºC na máxima. A meteorologia prevê 31ºC nesta tarde e 20ºC na sexta-feira.
— O dia amanhece abafado na Capital, mas a chuva não deixa a temperatura subir. E ela segue caindo até o início da semana. Na madrugada de segunda-feira, os termômetros devem marcar 10ºC — afirmou o meteorologista.
RONIMAR COSTA DOS SANTOS - PY3CV
DIR DPTO SOCORRO E DESASTRES
CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL SANTA MARIA
GPD - GRUPO DE PREVENÇÃO DE DESASTRES
COORDENADOR DA RENER -SM
OFICIAL DE LIGAÇÃO DO GEM PARA O BRASIL
MEMBRO DA OIDETAM e do CIEM - CUERPO INTERNACIONAL DE EMERGÊNCIAS
http://oidetam.com
www.gem-int.org
www.cruzvermelhasm.org.br
py3cvronimar@gmail.com
Tel (55) 3027-4510
Alerta do Inmet também prevê pancadas de chuva e descargas elétricas a partir do final da tarde desta quinta-feira
Após a temperatura bater 30ºC em quase todas as regiões do Estado — e com possibilidade de atingir 37ºC em São Borja, na Fronteira Oeste —, uma frente fria vinda do Uruguai traz pancadas de chuva e rajadas de vento de até 90 km/h no trecho que se estende da Fronteira Oeste, passando pela Campanha e Região Central, até o Extremo Sul.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de descargas elétricas e eventual queda de granizo em áreas isoladas no oeste, sul e campanha do Rio Grande do Sul. O comunicado informa ainda que as mesmas condições meteorológicas devem ser percebidas na sexta-feira no Oeste, Campanha e Noroeste.
Em Buenos Aires, caiu granizo na manhã desta quinta-feira, informou o jornal Clarín. No entanto, após o registro do fenômeno meteorológico, o tempo abriu na capital argentina e o sol ajudou na elevação da temperatura. No Uruguai, choveu com intensidade entre a madrugada e a manhã de hoje.
— O tempo nos países vizinhos é uma prévia do que irá acontecer no RS. No final da tarde e início da noite, há previsão de rajadas de vento de 90 km/h em cidades como Uruguaiana, Bagé e Santa Vitória do Palmar — explicou Celso Oliveira, da Somar Meteorologia.
Por volta das 12h30min, as rajadas chegavam a 20 km/h em Uruguaiana, 25 km/h em Santa Vitória do Palmar e 30 km/h em Bagé.
Entre a madrugada e a manhã de sexta-feira, a chuva se estende para a Metade Norte. Apenas em cidades como Iraí e Erechim a chuva deve chegar na tarde de amanhã, após um amanhecer nublado.
A instabilidade derruba a temperatura em todo Estado. Se hoje a previsão é de 37ºC em São Borja, amanhã ela cai para 31ºC e no sábado não passa de 24ºC na cidade da Fronteira Oeste. Em Porto Alegre, os termômetros registram uma queda de mais de 10ºC na máxima. A meteorologia prevê 31ºC nesta tarde e 20ºC na sexta-feira.
— O dia amanhece abafado na Capital, mas a chuva não deixa a temperatura subir. E ela segue caindo até o início da semana. Na madrugada de segunda-feira, os termômetros devem marcar 10ºC — afirmou o meteorologista.
RONIMAR COSTA DOS SANTOS - PY3CV
DIR DPTO SOCORRO E DESASTRES
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011
curso de cargas perigosas
No dia 26 de setembro, no centro empresarial de rosário do sul, foi ministrado pelo cap. Max Coordenador de defesa civil regional(6ªREGIONAL LIVRAMENTO), um curso sobre produtos e cargas perigosas, visando uma adequada fiscalização dentro da área do município de Rosário do Sul.
Participaram do evento diversos órgãos : Policia Rodoviária Federal, Defesa Civil (6ª Regional), a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, (COMDEC), IBAMA, FEPAM, Policiamento Ambiental de Livramento, Corpo de Bombeiros, Policia Rodoviaria Estadual,SEFAZ, Secertaria do Meio Ambiente de Rosario do Sul e Vigilância Sanitária.
No di 27 foi realizada a parte prática, na BR290, junto ao posto da policia rodoviaria federal.
Participaram do evento diversos órgãos : Policia Rodoviária Federal, Defesa Civil (6ª Regional), a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, (COMDEC), IBAMA, FEPAM, Policiamento Ambiental de Livramento, Corpo de Bombeiros, Policia Rodoviaria Estadual,SEFAZ, Secertaria do Meio Ambiente de Rosario do Sul e Vigilância Sanitária.
No di 27 foi realizada a parte prática, na BR290, junto ao posto da policia rodoviaria federal.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
No dia 12 de setembro a Defesa Civil do Estado, através da 6ª REDEC, fez a entrega de doações para a DEFESA CIVIL DE ROSARIO DO SUL E 1ª DAMA.Foram repassadas várias peças de roupas que serão entregues as pessoas carentes do municipio. Todo o material é proveniente da Delegacia Federal de Livramento.O sargento Brasil fez a entrega do material.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Integração Nacional e Cruz Vermelha firmam acordo de cooperação técnica
AVISO DE PAUTA - Integração Nacional e Cruz Vermelha firmam acordo de cooperação técnica
26/04/2011
Brasília - A elaboração de programas e projetos de prevenção e a capacitação e qualificação de pessoal no apoio às operações de resposta aos desastres são os principais objetivos do acordo de cooperação técnica que o Ministério da Integração Nacional e a Cruz Vermelha Brasileira firmam nesta quarta-feira (27/04), às 18h, em Brasília.
Assinam o documento o ministro Fernando Bezerra Coelho, o secretário Nacional de Defesa Civil, Humberto Viana, e o presidente Nacional da Cruz Vermelha Brasileira, Walmir de Jesus Moreira Serra Júnior.
Pelos termos do acordo, o Ministério da Integração se compromete a destacar servidores e colaboradores eventuais para participar de cursos organizados pela Cruz Vermelha; realizar cursos de capacitação e reciclagem em defesa civil para voluntários da Cruz Vermelha; e credenciar representantes da Cruz Vermelha para atuar junto às autoridades do ministério onde estiverem previstas ações de defesa civil, entre outros pontos.
À Cruz Vermelha caberá, dentre outras ações, apoiar o Ministério da Integração em todo o território nacional, em ações de defesa civil, bem como selecionar, capacitar e gerenciar as atividades de voluntários, nos perfis indicados pelo ministério e também de integrantes dos programas e projetos previstos no acordo; realizar cursos de capacitação e reciclagem, destinados aos servidores e colaboradores indicados pelo ministério, nas unidades hospitalares e Escolas de Enfermagem da Cruz Vermelha Brasileira.
Responsável por coordenar as ações de defesa civil em todo o País, a Secretaria Nacional de Defesa Civil vê no acordo um importante instrumento para o planejamento e execução de ações de prevenção e preparação para os desastres, considerando que a Cruz Vermelha é uma destacada instituição de apoio ao Sistema Nacional de Defesa Civil (Sindec), e tem entre as suas finalidades a missão de contribuir para melhoria da saúde, a prevenção de doenças e o alívio do sofrimento, através de programas de treinamento e de serviços que beneficiem a comunidade.
Serviço:
Assinatura do Acordo de Cooperação Técnica entre Ministério da Integração Nacional e Cruz Vermelha
Data: 27 de abril de 2011 (quarta-feira)
Horário: 18h
Local: Ministério da Integração Nacional (8º Andar – Sala de Reuniões/ Gabinete do ministro)
RONIMAR COSTA DOS SANTOS - PU3CVB
DIR DPTO SOCORRO E DESASTRES CVBSM
GPD - GRUPO DE PREVENÇÃO DE DESASTRES
COORDENADOR DA RENER -SM
OFICIAL DE LIGAÇÃO DO GEM PARA O BRASIL
www.gem-int.org
www.cruzvermelhasm.org.br
Tel (55) 3027-4510
Cel (55) 9181-0916
26/04/2011
Brasília - A elaboração de programas e projetos de prevenção e a capacitação e qualificação de pessoal no apoio às operações de resposta aos desastres são os principais objetivos do acordo de cooperação técnica que o Ministério da Integração Nacional e a Cruz Vermelha Brasileira firmam nesta quarta-feira (27/04), às 18h, em Brasília.
Assinam o documento o ministro Fernando Bezerra Coelho, o secretário Nacional de Defesa Civil, Humberto Viana, e o presidente Nacional da Cruz Vermelha Brasileira, Walmir de Jesus Moreira Serra Júnior.
Pelos termos do acordo, o Ministério da Integração se compromete a destacar servidores e colaboradores eventuais para participar de cursos organizados pela Cruz Vermelha; realizar cursos de capacitação e reciclagem em defesa civil para voluntários da Cruz Vermelha; e credenciar representantes da Cruz Vermelha para atuar junto às autoridades do ministério onde estiverem previstas ações de defesa civil, entre outros pontos.
À Cruz Vermelha caberá, dentre outras ações, apoiar o Ministério da Integração em todo o território nacional, em ações de defesa civil, bem como selecionar, capacitar e gerenciar as atividades de voluntários, nos perfis indicados pelo ministério e também de integrantes dos programas e projetos previstos no acordo; realizar cursos de capacitação e reciclagem, destinados aos servidores e colaboradores indicados pelo ministério, nas unidades hospitalares e Escolas de Enfermagem da Cruz Vermelha Brasileira.
Responsável por coordenar as ações de defesa civil em todo o País, a Secretaria Nacional de Defesa Civil vê no acordo um importante instrumento para o planejamento e execução de ações de prevenção e preparação para os desastres, considerando que a Cruz Vermelha é uma destacada instituição de apoio ao Sistema Nacional de Defesa Civil (Sindec), e tem entre as suas finalidades a missão de contribuir para melhoria da saúde, a prevenção de doenças e o alívio do sofrimento, através de programas de treinamento e de serviços que beneficiem a comunidade.
Serviço:
Assinatura do Acordo de Cooperação Técnica entre Ministério da Integração Nacional e Cruz Vermelha
Data: 27 de abril de 2011 (quarta-feira)
Horário: 18h
Local: Ministério da Integração Nacional (8º Andar – Sala de Reuniões/ Gabinete do ministro)
RONIMAR COSTA DOS SANTOS - PU3CVB
DIR DPTO SOCORRO E DESASTRES CVBSM
GPD - GRUPO DE PREVENÇÃO DE DESASTRES
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quinta-feira, 24 de março de 2011
TERRA DAS ÁGUAS
Terra das águas
Na contramão da tendência mundial para este século, o Brasil dispõe de fartura de água doce. Mas o consumo inconsequente e a falta de infraestrutura ameaçam jogar pelo ralo esse presente da natureza.
Por Flávio de Carvalho Serpa
Foto de Fábio Colombini

O horizonte de braços de rios e ilhas de um dos maiores arquipélagos fluviais do mundo, Anavilhanas, no Rio Negro: tudo é superlativo na Amazônia, berço das águas brasileiras.
Em 2009, uma equipe multinacional formada por cientistas da Petrobras, pesquisadores ingleses e holandeses da Universidade de Amsterdã perfurou um poço com 4,5 mil metros de profundidade na foz do rio Amazonas. Eles não estavam à procura de petróleo, mas capitaneavam uma espécie de viagem no tempo. Sua busca era pelo mais primitivo leito do rio, enterrado por milhões de anos de deposição de sedimentos. Mais tarde, a equipe anunciou a descoberta em uma revista especializada: de acordo com as análises dos estratos, o rio mais caudaloso do planeta nasceu há 12 milhões de anos.
Foi esse o tempo necessário para que o Amazonas projetasse em suas margens uma gigantesca floresta tropical. Sua água segue até o Atlântico e, por evaporação, volta a despencar sob a forma de chuvas torrenciais na selva. Um ciclo generoso, expresso em proporções colossais: trajeto de 6 675 quilômetros a partir dos Andes e vazão média diária de mais de 17 trilhões de litros - 15% de toda a água enviada ao mar pelos rios do planeta. É uma espécie de encanamento invisível na atmosfera, que, de forma espantosa, é o mesmo desde os primórdios.
A generosa bacia Amazônica é o exemplo mais contundente de uma nação pródiga em rios, lagos e aquíferos que, juntos, concentram mais de 11% de toda a água doce disponível da Terra. Não há fartura semelhante em outros cantos do globo. Considerando toda essa abundância, cada brasileiro teria à disposição, na teoria, 34 milhões de litros por ano. É uma quantidade fabulosa, 17 vezes maior do que a ONU considera uma média confortável de consumo.
Nas próximas décadas, nas quais o recurso tende a tornar-se escasso em todo o mundo, as questões mais importantes irão orbitar em torno do uso inteligente dessa água. "Mesmo a nossa fartura é aparente, já que os maiores rios estão distantes milhares de quilômetros dos principais aglomerados urbanos", analisa Wanderley da Silva Paganini, superintendente de gestão ambiental da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). "É preciso entender que se trata de um bem finito. Daí a importância de utilizar o mínimo necessário e não poluir as fontes naturais", completa ele.
O consumo consciente, todavia, está longe de ser uma realidade no Brasil. Por dia, o brasileiro utiliza 132 litros de água em banhos, bebidas, cozinha, lavagem de carros, calçadas e pisos, além da rega de jardins e plantações de tamanhos variados. Com isso, quase 30% da água tratada nas cidades escorre pelos vazamentos nas ruas e no subsolo. "Na região metropolitana de São Paulo, no verão deste ano, por exemplo, tivemos picos de consumo de 84 mil litros por segundo, mais de 30% além do normal. Esse tipo de exagero poderia ser evitado sem dificuldade", diz Paganini.
O privilégio da abundância não se aplica a todos no Brasil. A distribuição nacional do recurso, tal qual a de renda, é perversa. Em torno de 80% da água concentra-se na Amazônia, onde vivem apenas 5% dos brasileiros, muitos dos quais diante de um terrível paradoxo: ainda que cercados de rios, os moradores do interior da Região Norte reconhecem na água potável um artigo de luxo. "Hoje, 19 milhões de pessoas, 10% da população, não têm acesso à água tratada. É muita gente", aponta Paganini. Em função disso e da pouca noção de cuidados básicos com higiene, o líquido que deveria matar a sede e garantir a saúde transmite doenças.
Já no semiárido nordestino, 18 milhões de pessoas sobrevivem em uma zona tomada por um dos maiores índices de evaporação do mundo. Ao longo do ano, ocorrem períodos de chuva, mas o solo e o clima árido não favorecem a formação de fontes ou rios volumosos. A pouca água acumulada nos poços rasos não recebe os cuidados básicos e acaba por se tornar, também, propagadora de enfermidades.
NATIONAL GEOGRAPHIC
Na contramão da tendência mundial para este século, o Brasil dispõe de fartura de água doce. Mas o consumo inconsequente e a falta de infraestrutura ameaçam jogar pelo ralo esse presente da natureza.
Por Flávio de Carvalho Serpa
Foto de Fábio Colombini

O horizonte de braços de rios e ilhas de um dos maiores arquipélagos fluviais do mundo, Anavilhanas, no Rio Negro: tudo é superlativo na Amazônia, berço das águas brasileiras.
Em 2009, uma equipe multinacional formada por cientistas da Petrobras, pesquisadores ingleses e holandeses da Universidade de Amsterdã perfurou um poço com 4,5 mil metros de profundidade na foz do rio Amazonas. Eles não estavam à procura de petróleo, mas capitaneavam uma espécie de viagem no tempo. Sua busca era pelo mais primitivo leito do rio, enterrado por milhões de anos de deposição de sedimentos. Mais tarde, a equipe anunciou a descoberta em uma revista especializada: de acordo com as análises dos estratos, o rio mais caudaloso do planeta nasceu há 12 milhões de anos.
Foi esse o tempo necessário para que o Amazonas projetasse em suas margens uma gigantesca floresta tropical. Sua água segue até o Atlântico e, por evaporação, volta a despencar sob a forma de chuvas torrenciais na selva. Um ciclo generoso, expresso em proporções colossais: trajeto de 6 675 quilômetros a partir dos Andes e vazão média diária de mais de 17 trilhões de litros - 15% de toda a água enviada ao mar pelos rios do planeta. É uma espécie de encanamento invisível na atmosfera, que, de forma espantosa, é o mesmo desde os primórdios.
A generosa bacia Amazônica é o exemplo mais contundente de uma nação pródiga em rios, lagos e aquíferos que, juntos, concentram mais de 11% de toda a água doce disponível da Terra. Não há fartura semelhante em outros cantos do globo. Considerando toda essa abundância, cada brasileiro teria à disposição, na teoria, 34 milhões de litros por ano. É uma quantidade fabulosa, 17 vezes maior do que a ONU considera uma média confortável de consumo.
Nas próximas décadas, nas quais o recurso tende a tornar-se escasso em todo o mundo, as questões mais importantes irão orbitar em torno do uso inteligente dessa água. "Mesmo a nossa fartura é aparente, já que os maiores rios estão distantes milhares de quilômetros dos principais aglomerados urbanos", analisa Wanderley da Silva Paganini, superintendente de gestão ambiental da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). "É preciso entender que se trata de um bem finito. Daí a importância de utilizar o mínimo necessário e não poluir as fontes naturais", completa ele.
O consumo consciente, todavia, está longe de ser uma realidade no Brasil. Por dia, o brasileiro utiliza 132 litros de água em banhos, bebidas, cozinha, lavagem de carros, calçadas e pisos, além da rega de jardins e plantações de tamanhos variados. Com isso, quase 30% da água tratada nas cidades escorre pelos vazamentos nas ruas e no subsolo. "Na região metropolitana de São Paulo, no verão deste ano, por exemplo, tivemos picos de consumo de 84 mil litros por segundo, mais de 30% além do normal. Esse tipo de exagero poderia ser evitado sem dificuldade", diz Paganini.
O privilégio da abundância não se aplica a todos no Brasil. A distribuição nacional do recurso, tal qual a de renda, é perversa. Em torno de 80% da água concentra-se na Amazônia, onde vivem apenas 5% dos brasileiros, muitos dos quais diante de um terrível paradoxo: ainda que cercados de rios, os moradores do interior da Região Norte reconhecem na água potável um artigo de luxo. "Hoje, 19 milhões de pessoas, 10% da população, não têm acesso à água tratada. É muita gente", aponta Paganini. Em função disso e da pouca noção de cuidados básicos com higiene, o líquido que deveria matar a sede e garantir a saúde transmite doenças.
Já no semiárido nordestino, 18 milhões de pessoas sobrevivem em uma zona tomada por um dos maiores índices de evaporação do mundo. Ao longo do ano, ocorrem períodos de chuva, mas o solo e o clima árido não favorecem a formação de fontes ou rios volumosos. A pouca água acumulada nos poços rasos não recebe os cuidados básicos e acaba por se tornar, também, propagadora de enfermidades.
NATIONAL GEOGRAPHIC
quarta-feira, 16 de março de 2011
entrega de material pela defesa civil de rosario do sul, (reservatórios de água, filtros para água e cestas básicas.
A Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (COMDEC), de Rosario do Sul realizou nos dias 12 e 13 de março, a entrega de reservatórios de água, filtros para água e cestas básicas todos foram entregues pela Defesa Civil do estado. A COMDEC de Rosario do Sul fez a entrega em diversas localidades do interior do municipio, que vem sofrendo com a estiagem.
localidades: passo do reculuta, rincão dos cordeiros, localidade próxima a fazenda umbu, rincão do batista, lagoa branca, rincão da chirca, passo do mineiro, rincao dos medeiros, rincão dos fontouras, chanota, picadas, touro passo, bom retiro.
algumas fotos da entrega do material:







localidades: passo do reculuta, rincão dos cordeiros, localidade próxima a fazenda umbu, rincão do batista, lagoa branca, rincão da chirca, passo do mineiro, rincao dos medeiros, rincão dos fontouras, chanota, picadas, touro passo, bom retiro.
algumas fotos da entrega do material:
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